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Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz 

Co-fundadora de la Congregación de Misioneras Agustinas Recoletas. Ver vídeo

 

CAMINO A LA SANTIDAD

Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz

Un poco de historia y plegaria para alcanzar de ella favores y/o milagros.

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Alguns desafios que nos interpelam hoje

 

As Irmãs Zuleica Belote e Delza Rita Bassini Fioresi participaram da I Assembléia Temática da Vida Religiosa Consagrada, no dia 16 de agosto de 2014, no colégio Padre Eustáquio, Belo Horizonte. Durante este dia foi celebrado os 60 anos de existência da Conferencia dos Religiosos do Brasil, com bolos, poesia, músicas, parabéns, encerrando com a Celebração Eucarística, presidida por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte.

“Quero dizer-vos uma palavra e a palavra é alegria.

Sempre onde estão os consagrados,

Sempre há alegria”.

(Papa Francisco)

 

A Assembléia teve como tema, VIDA RELIGIOSA CONSAGRADA E ALEGRIA DE SERVIR: ALGUNS DESAFIOS QUE NOS INTERPELAM HOJE, com assessoria do padre Itacir Brassiani msf. Descrevem-se aqui alguns pontos do tema apresentado pelo assessor:

 

Estamos numa encruzilhada da nossa história...; Aconteceram coisas que não esperávamos...; E nos perguntamos por nossa identidade e missão...; Jesus Ressuscitado caminha conosco, aquece o nosso coração e nos convida, por sua Palavra, a viver a radicalidade do seguimento com alegria e esperança...; Estamos prontos/as a nos levantar com entusiasmo renovado para ir às fronteiras da missão?...

 

Qual é mesmo a encruzilhada na qual estamos, e quais são os caminhos que se cruzam: os caminhos que nos fazem avançar, os caminhos que podem ser desvios e atalhos, caminhos que podem nos levar a recuar?

 

Contemplando os últimos cinquenta anos da nossa história e o momento em que vivemos, o que é mesmo que não esperávamos que acontecesse conosco e tem acontecido, e o que esperávamos que ocorresse e não ocorreu? 

 

Cremos de fato que o Senhor ressuscitado caminha conosco e que sua Palavra, que precede e excede as escrituras sagradas, ressoa vivamente nos gritos e dores dos pobres e jovens, a quem somos chamados/as a escutar?

 

É verdade que estamos dispostos/as a levantarmo-nos, a sacudir a poeira, a deixar a tentadora segurança das nossas casas e obras, outrora eficazes e socialmente relevantes, para ir às fronteiras da missão e ser presença profética? 

 

Em que medida cremos realmente que em Jesus de Nazaré, que vem ao nosso encontro e nos acompanha como forasteiro e servidor, despojado de poderes, honras e privilégios, se esconde o núcleo identitário da Vida Religiosa Consagrada?

 

A VRC, com suas intuições e instituições, faz parte dos nossos sonhos mais preciosos ou dos pesadelos que nos atordoam? Ela tem nos ajudado a experimentar a alegria de ser servo/a, e não príncipe ou princesa?

 

1. Diminuição e envelhecimento

Mais jubileus que primeiros votos…; Não perder a confiança na força evangélica da vida consagrada! O que nos é pedido não é o sucesso, mas o compromisso da fidelidade...; Atenção responsável aos movimentos da história e à divina Presença que atua no seu interior. Só compreendemos a realidade quando a olhamos desde a periferia!

 

Evocar o permanente que está na história...

 

Estamos verdadeiramente dispostos/as a aprender uns/mas com os/as outros/as, a juntar forças, a pensar e atuar de forma intercongregacional? Qual é o grau da nossa disponibilidade pessoal e institucional para assumir funções na CRB?

 

2. Jesus de Nazaré: o Servo!

Seguir os passos de Jesus de Nazaré e imitar seu modo de viver. Ele se apresentou sob a figura de Cordeiro e Servo! Esvaziou-se a si mesmo e tomou a forma de Servo! No lava-pés Jesus nos revelou um Deus servidor da humanidade. Nenhuma pretensão de superioridade pode se pretender legítima.

 

A vida consagrada é amor oblativo, serviço concreto e generoso. Provar o prazer espiritual de ser povo! É claro que Jesus não nos quer como príncipes e princesas! Encontrar expressões concretas e compreensíveis de serviço. Mais que um verbo entre tantos verbos!

 

Que lugar pode ocupar a VRC em uma sociedade que é fruto de um processo emancipador e em uma Igreja que ousa se pensar como povo de Deus, profético e peregrino no mundo, todo inteiro chamado à santidade?

 

Quais são os principais desafios diante dos quais as pessoas consagradas e seus institutos não podem desviar o olhar ou esconder a cabeça na areia? 

 

Como viver com autenticidade e alegria o seguimento de Jesus Cristo Servo em tempos tão críticos e tão pleno de encruzilhadas?

 

3. Aprofundar nossas raízes místicas

A vida foi reduzida a um paraíso tecnológico e comercial e a utopia em tecnologia social. A vida só é possível se for reinventada, há um mistério que habita, envolve, une e movem todas as coisas... Precisamos superar o fundamentalismo institucional, o moralismo estreito, a visão horizontalista e um certo pragmatismo apostólico. Não ao intimismo e à espiritualização de tudo!

 

4. Potencializar a vocação profética

A história é o âmbito das relações sociais, o espaço da sociedade, da política. A vida religiosa consagrada é historica! A res-pública é coisa que interessa a Deus! Precisamos entrar na historia a partir da periferia... “A prioridade de Vida Religiosa é a profecia do Reino, e isso é inegociável.” “Nada pode ser preferido ao amor pessoal por Cristo e pelos pobres, nos quais ele vive.” A autenticidade evangélica e cristológica da VRC é medida pela intensidade da sua presença e das suas parcerias com os seres humanos que são jogados nos porões ou periferias da vida.

5. Reencontrar a eloquência do testemunho

Uma das causas da nossa crise é a ambiguidade e o hermetismo das mensagens que passamos à Igreja e à sociedade...; Seríamos como os edifícios históricos, antigos, sinais de um passado que não existe mais?! Não é uma questão de rótulo, mas de conteúdo! É preciso ressignificar os votos, fazendo-os expressão do seguimento de Jesus e de uma vida plenamente realizada. Os votos que professamos são sonhos que descobrimos na alma e nas mais secretas e vitais utopias...

 

6. Ser espaço e laboratório de fraternidade

O dinamismo de irmandade e de comunhão é parte essencial da conversão ao Evangelho de Jesus Cristo. A busca incansável de relações de acolhida e de reconhecimento das diferenças é um evangelho humanamente emancipador e eloquente. A comunhão de bens, a universalização da gratuidade e a busca da sobriedade em comunidade apressam o nascimento do outro mundo possível. Mais que simples comunidades de trabalho e de acúmulo ou asilos afetivos...; Comunidades que revelem o frescor e a eloquência do Evangelho, verdadeiras escolas de iniciação mística e de aprendizado profético. 

 

7. Inserir-se naturalmente na vida da Igreja

A VRC nasceu no seio da comunidade eclesial e nela encontra seu ambiente natural... Nasceu leiga, masculina e feminina, e assim deu seus primeiros passos... Seu lugar não é um “limbo eclesiástico”, entre o clero e os leigos, mas o mundo do povo de Deus, dos discípulos e discípulas de Jesus. Não caiamos na tentação do isolamento eclesial! Os carismas não são patrimônio privados dos nossos institutos! Atenção à simples inserção apostólica da VR feminina através da simples migração da área social ou espiritual para a animação paroquial... Libertar-se de uma teologia que define a VRC no confronto com o clero, na discussão em torno de poderes e espaços de independência.

 

8. Viver a minoridade com alegria e convicção

O Evangelho é um caminho que nos leva a descer, a ceder o lugar, a servir, a deixar os primeiros e ocupar os últimos lugares... “Não viver em nenhum lugar famoso, não permanecer com ninguém que seja célebre e jamais lançar fundamentos para construir uma cela”. Passado recente: relevância numérica, elitismo, sentimento e postura de superioridade, de grandeza... Hoje: sentimento de angústia e a preocupação diante da vertiginosa queda numérica e do galopante envelhecimento... Evitar a luta obsessiva por espaços, a busca de relevância e de poder, de visibilidade e influência na Igreja e na sociedade. Recuperar criativamente sua condição de servidora da humanidade e seu lugar entre os menores e despojados de poder.

 

“Somos capazes de aceitar que a pobreza do ser a que está reduzida sob muitos aspectos a vida religiosa apostólica possa ser uma palavra que Deus nos dirige hoje, tenha um sentido e possa ser fecunda? Podemos conceber e acolher em paz que a situação humilhada da vida religiosa apostólica hoje pode nos aproximar do evangelho e de Jesus mais que o triunfalismo histórico da vida religiosa apostólica no passado? E que a diminuição quantitativa possa ser o caminho para crescer em qualidade e para uma maior vitalidade espiritual?”

 

9. Rever e simplificar as estruturas

Estruturas são, antes de tudo, esquemas de pensamento, modos de ver e de organizar a vida. As estruturas que recebemos são apropriadas a um corpo numeroso, socialmente separado, politicamente influente, eclesialmente e culturalmente relevante... Precisamos refazer estruturas jurídicas e organizacionais que foram úteis e importantes numa certa época, mas hoje mais escondem que testemunham o Evangelho! Não a uma espécie de cruzada da ingenuidade ou celebração de louvor à inocência original... Repensar as estruturas é missão de muitos/as, e pede muito tempo e empenho!

 

10. A alegria de servir é missionária!

“A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus...”. Graças ao encontro pessoal com Jesus e à amizade que dele nasce, superamos o isolamento e a autorreferencialidade e chegamos a ser realmente humanos.

 

“Sair de si mesmo para se unir aos outros faz bem... O Evangelho convida-nos sempre a abraçar o risco do encontro com o outro...” O Evangelho é mais que um conjunto de mandamentos e proibições: é um convite a responder a Deus que nos ama e salva!  “Se tal convite não refulge com vigor e fascínio, o edifício moral da Igreja corre o risco de se tornar um castelo de cartas...” É a alegria de quem faz a mística experiência da beleza e da bondade que pulsa nas veias do mundo; A alegria daqueles/as que se descobrem chamados/as a pronunciar uma Palavra profética de Deus sobre o mundo; A alegria de quem reconhece que o Evangelho é mais testemunho que doutrina; A alegria das pessoas que ousam ensaiar formas de fraternidade, por mais frágeis que sejam; A alegria de gente que experimenta o prazer espiritual de ser povo; A alegria de cristãos que vivem intensa e radicalmente a graça da minoridade; A alegria de gente que se arrisca na construção de tendas provisórias e leves para os Sonhos que a faz viver.

 

Obrigada, Senhor! Pela oportunidade de participar deste profundo encontro de alegria, festa, com um tema tão atual e profundo que nos incentiva e desperta para prosseguirmos a Vida Religiosa Consagrada acordando com a realidade atual.

 

 

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