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Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz 

Co-fundadora de la Congregación de Misioneras Agustinas Recoletas. Ver vídeo

 

CAMINO A LA SANTIDAD

Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz

Un poco de historia y plegaria para alcanzar de ella favores y/o milagros.

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Esta experiência de missão que partilho marcou e marca muito a minha vida. Uma experiência vivida com as famílias da pastoral da criança que acompanhei nos anos de 2012 e 2013 e que novamente tenho a alegria de voltar a formar parte.

No ano de 2011 foi capacitada para a pastoral da criança, no município de Cariacica, Espirito Santo, mas a época fecunda desta missão, ocorreu nos anos citados acima. Acredito na importância desta atividade pastoral, que atinge a toda a família e que não é uma tarefa que ocorre em um momento especifico, mas é uma missão continua, que faz parte do agir pastoral da igreja, É uma missão feita com o coração, onde nos colocamos ao lado da realidade que vivem estas famílias e buscamos como igreja servir, transmitir a mensagem central do evangelho: vida com dignidade para todos, assim traduzo.

 

Para mim, esta missão pastoral é muito significativa, pois a partir desta atividade pastoral, posso chegar ao coração destas pessoas. É muito interessante, pois requer um processo de aprendizagem, de respeito, de escutar, de leitura da realidade social, da realidade que circunda aquela família. É um processo que exige de mim, paciência, carinho, inserção, muita escuta, disponibilidade, que “gaste tempo”... É algo muito bonito e profundo, pois a nossa vocação de cristãos comprometidos e de consagrados, nos lança ao coração da humanidade, muitas vezes feridos, chagados e marcados pela dor, pela violência, e saber que desde a nossa pequenez, Deus nos usa como seus instrumentos para transmitir o seu amor e a sua misericórdia a estes corações.

Quando iniciei este trabalho pastoral, lembro-me das dificuldades que passei, dentre elas    a de ser mal recebida pelas famílias e a falta de compromisso que estas tinham com a pastoral. Mas o tempo foi um grande mestre e fui compreendendo qual era a principal causa do que estava ocorrendo, o que me permitiu reelaborar minha mentalidade e atitudes, frente a esta realidade. O mais interessante que passei a exercer uma pastoral mais do coração, mais humana. 

Nós lideres, missionários muitas vezes vamos as pessoas com formulações prontas e não é mal o que queremos transmitir, porém, primeiro precisamos conhecer algo de nossos interlocutores, ou seja, conhecer aqueles a quem nos dirigimos, seu contexto, sua história, para desde aí falar, transmitir o que desejamos e que seja algo que ele assimile, pois falamos desde sua realidade, desde seus valores.

Isto passei a fazer, começando por inserir-me mais a eles: escutando, me interessando mais por eles, pela criança no seu desempenho escolar, em brincar com elas, e em gestos simples que marcaram as crianças, suas famílias e a mim mesma, como sentar ao chão, ao nível da criança, interessar-me pelo o que ela manifestava, desejava; brincar, pintar, “fazer macaquices”. A partir destas novas atitudes, vi brotar sorrisos amigos, braços apertos saltavam ao meu encontro, abraços afetuosos, vi a confiança de uma mãe, de um pai que se sentiam desarmados para desabafar suas dores, dificuldades e tudo o que de alguma maneira lhes afetavam. Isto é mais que gratificante, é Deus agindo na simplicidade na simplicidade humana!

 Algo surpreendente foi a mudança destas famílias, o compromisso que passaram a ter com a pastoral, com os encontros mensais que fazíamos, a acolhida que davam as palestras e as orientações dávamos. Cada visita era motivo de alegria para mim e para estas famílias, pois havíamos nos cativados, havíamos nos tornado família! Isto para mim é profundo, pois ainda que simples é uma pastoral com o coração, onde cresci, aprendi, me sensibilizei, dói com a dor do outro/a.

Esta experiência marcou a minha vida pastoral, o modo de ver, de ouvir, de atuar e de amar. Ela me deixou a certeza de que vale mais investir em um trabalho de qualidade, do que me inquietar pela quantidade do que faço.

Atualmente regressando a esta mesma pastoral, me sinto desafiada a renova-la frente aos novos desafios, pois a pastoral inicialmente surgiu com a necessidade de atender as famílias que eram afetadas pela extrema pobreza, onde muitas crianças vinham a óbito a causa da desnutrição, hoje graças a Deus esta realidade mudou, em lugar da fome material, o que mais afeta as nossas crianças e suas famílias é a desintegração do núcleo familiar. Existe muita desestruturação, divisão no interior de muitos lares, onde a prole já não é mais algo desejado, mais sim um acidente, um descuido. Em tempo de tanta tecnologia e avanços encontramos crianças e famílias deixadas ao descaso, abandonadas, onde seus pais sofrem o desemprego, a falta de estudo. Também ocorre de muitas crianças terem um dos genitores pagando por um crime ou delito social. Muitos são criados pelas avós, pelas tias ou outros familiares. Tudo isso afeta a criança e ao seu mundo. 

Frente a estas novas realidades que atinge o coração de nossas famílias, busco que nossas ações pastorais sejam inclusivas, cheias de misericórdia, ecumênicas, carinhosas, que revelam a face de um Deus amor que se preocupa por seus filhos. Creio que Francisco tem muito a aportar a estas realidades, ensinando-nos a ser verdadeiramente igreja.

 

 

“O bem da família é decisivo para o futuro mundo e da igreja” Papa Francisco

Ir. JULIANA, MAR

 

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