• 18 de enero

    Día de la Congregación

    Celebramos un año más el nacimiento de nuestra Congregación. Hacer memoria histórica de este acontecimiento Click aquí
  • Bodas de Oro de Profesión Religiosa

    Cariacica - Brasil

    Nuestras hermanas Itárica Zandonadi, Josefina Casagrande y María Helena Petri celebraron el pasado día 11 de enero Click aquí
  • Entrega de las Determinaciones

    en las Comunidades de Brasil

    Después de la realización de los Ejercicios Espirituales Agustinianos y la peregrinación a la Basílica de Ntra. Sra. de Aparecida, los días 9 y 10 de enero Click aquí
  • Peregrinación al Santuario Nacional

    de Nuestra Señora de Aparecida, Patrona de Brasil

    Los días 7 y 8 de enero de 2018, las misioneras agustinas recoletas de la provincia de Santa Rita Click aquí
  • Ejercicios Espirituales Agustinianos

    Cariacica-Brasil

    Los días 2 al 6 de enero la provincia de Santa Rita, de la congregación de misioneras agustinas recoletas Click aquí
  • Viagem a Aldeia Japiimou

    Vendo com os olhos a memoria

    No dia 05 de outubro uma equipe missionária composta pelo Dom SantiagoSanchez Click aquí
  • Hoy es la octava de navidad y el primer día del nuevo año Click aquí

Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz 

Co-fundadora de la Congregación de Misioneras Agustinas Recoletas. Ver vídeo

 

CAMINO A LA SANTIDAD

Madre Esperanza Ayerbe de la Cruz

Un poco de historia y plegaria para alcanzar de ella favores y/o milagros.

Ver vídeo

 

 

 

MISSÃO DA SEMANA SANTA DA CRB MG - 2014

“A missão é feita com os pés dos que partem; com os joelhos dos que rezam; com as mãos dos que ajudam!” (Pedro Zic)

A Missão da Semana Santa, organizada pela Conferencia dos Religiosos do Brasil (CRB), Regional Minas Gerais, acontece a 11 anos consecutivos. Tem como objetivo ser presença missionária onde mais precisa no Estado de Minas Gerais.

 

No ano 2013 e 2014, a missão foi realizada na diocese de Teófilo Otoni, na Paróquia São Sebastião que atinge os Municípios de Machacalis, Bertópoles, Santa Helena e Umburatiba.

 

A comunidade MAR Noviciado Santa Rita, de Contagem, composta pelas Irmãs Zuleica Belote, Delza Rita Bassini Fioresi, Ivone Leonor da Silva Herbert e Marizete Pinto de Castro, deixou seus afazeres, a casa, a paróquia e, no dia 11 de abril, à noite, saíram em direção a Belo Horizonte, onde encontrou com a equipe de missionárias/os, num total de 44 pessoas: religiosas/os, formandas/os, leigas/os. Todas/os estavam muito alegres e cheias/os de expectativas para desempenhar a missão. Em ônibus fretado todas/os se acomodaram e, às 23 horas saiu de Belo Horizonte com destino a Machacalis. Com um momento de oração iniciou-se a longa viagem, chegando ao destino previsto, às 11h30min do dia seguinte. Na viagem tudo correu bem, com a graça de Deus. Em Machacalis, os padres Carlos Enrique Santos da Silva e Edilson Almeida de Souza, com algumas paroquianas nos esperavam com um delicioso café da manhã. Entre boas vindas e alimentação todas/os receberam as primeiras indicações para a missão.

 

“Tem duas coisas que não podem faltar na “bagagem” missionária: a alegria do evangelho e uma sensibilidade de espírito”. (PE. Manuel E. Iglesias)

 

“De dois em dois...” (Lc 10,1)

 

A partir daí as duplas de missionárias/os foram encaminhadas/os para as comunidades, a maioria rural. Ao chegar à comunidade, desconhecida pelas/os missionárias/os, houve o primeiro encontro com as lideranças para programar as atividades, durante a Semana Santa. A comunidade esperava com muita alegria, esperança e uma calorosa acolhida. Como é bom sentir o ardor missionário, que se dá através de quem tem a coragem de “ir” com quem está “esperando” uma nova presença de Deus através da/o missionária/o! Deste primeiro encontro vão surgindo às luzes para o caminho da missão: a preparação para as celebrações, a organização para as visitas e os encontros com alguns grupos.

 

As atividades exercidas foram: visitas às famílias, especialmente os doentes e idosos; participação ativa nas celebrações durante a Semana Santa; visita a escolas; encontros com: jovens, crianças, casais, entre outros; participação em grupos que se reúnem para rezar: terço, círculos bíblicos, oração nas casas e outros; conversas em famílias; visita a hospitais. Cada missionária/o deu “os passos no caminho da missão” de acordo com seus dons e capacidades!

 

A convivência dos dez dias na comunidade foi de: aprendizagem, alegria, escuta, amizade, partilha, entre outros.

 

Na partida da/o missionária/a vem a emoção. Quanta alegria de quem se “desprendeu” para ir à missão e de que “acolheu” as/os missionárias/os! Sabe-se que o caminho da/o missionária/o é chegar, estar, amar, vivenciar e partir. Assim fica o essencial – a vivência, a memória de coisas boas que marcam para sempre a vida das pessoas a partir deste encontro.

 

“Os setenta e dois voltaram muito alegres” (Lc 10,17)

No dia 20, domingo da Páscoa, chegou a hora das/os missionárias/os se encontrarem novamente. Como estava programada, a chegada a Machacalis, foi acontecendo durante toda a tarde. A casa paroquial, onde residem os padres, estava aberta, acolhendo com um delicioso lanche e muita alegria, a cada um/a que chegava.

 

“Os setenta e dois voltaram muito alegres”. Assim foi a atitude das/os missionárias/os: todas/os contavam, com alegria e ardor missionário, as atividades e aventuras da missão! Momentos fortes... só o coração de cada um/a pode expressar as emoções, os sentimentos bons,  vivenciados!

 

Quando todas/os chegaram celebrou-se a Eucaristia juntamente com os/as paroquianas/os da comunidade São Sebastião. O padre agradeceu as/os missionários, com muito entusiasmo, incentivando a continuar no caminho missionário. Também a comunidade agradeceu com uma mensagem e muitos aplausos.

 

Após a missa e um delicioso jantar, às 21h 30min,  com um momento de oração, iniciou-se a viagem de volta. Durante o percurso, houve partilha de experiências e descanso. As 11h30min do dia 21 chegam-se à Belo Horizonte, e, daí, cada um/a para suas casas.

Obrigada, Senhor, por mais esta oportunidade. Obrigada, também, a todas as pessoas que contribuíram para que acontecesse esta linda experiência missionária!

 

“Onde há povo, há missão; onde há missão, há razões de ser feliz”

 Dom Luciano de Almeida

Comunidade MAR de Contagem, MG, Brasil

 

  • pascoamg3
  • pascoamg7
  • pascoamg5
  • pascoamg1
  • pascoamg4
  • pascoamg6
  • pascoamg2
 

 

Celebrar a Páscoa é celebrar o grande Amor

A experiência que fazemos a cada dia é surpreendente, é magnífica! “E Deus viu que tudo era muito bom”!  E tudo é muito bom! A cada dia percebo o quanto Deus é simplesmente louco de amor por nós. “Desde o amanhecer preparo uma oferenda Senhor...”

A experiência do amor nos leva a apaixonar- nos pelo outro, pela missão, pelo Reino. Reino de Deus, de paz e de justiça. Viver e conviver no Lar Santa Mônica tem sido um tempo de Kairós, tempo de conversão, tempo de amar, de amar o Amor.

Para mim é um grande desafio viver e conviver com crianças e adolescente tão inocentes, tão jovens e tão profetas! É isso mesmo: PROFETAS. Tiveram coragem de denunciar, de gritar para que alguém as ouvisse e as socorresse do perigo, e assim chegaram até nós. E aqui, no Lar são capazes de vencer a dor, a tristeza e o abandono de suas próprias famílias, e sonhar. Sonhar com Dias Melhores, Livres, com Vida Digna, sonhar com a Ressurreição.

                                                                                                      Ir. Marlene Valani

Comunidad MAR de Fortaleza

 

  • pf9
  • pf12
  • pf5
  • pf3
  • pf18
  • pf16
  • pf8
  • pf2
  • pf17
  • pf11
  • pf7
  • pf4
  • pf13
  • pf19
  • pf15
  • pf6
  • pf10
  • pf14
  • pf20
  • pf1

 
 

 

"Entregó su Vida por los que amaba"

 

Me llamo Francisca Braga Malveira, novicia de la congregación de Misioneras  Agustinas Recoletas… Nací y crecí en Lábrea ciudad donde hermana Cleusa entrega su vida al Señor con total despojo, hasta la última gota de sangre en el martirio.

 

Mirando mi historia vocacional hablo que Dios me fue llamando a la vida Religiosa a través de la hermana Cleusa. Su vida ejemplar siempre me impactó. Todo el pueblo de Lábrea la  venera, y  esta veneración también llegó hasta mi casa. Me acuerdo siempre haber escuchado de mi madre, mis tías… algo sobre una hermana que fue asesinada por defender a los indígenas; esto de poquito a poco iba cayendo  en mi corazón, provocándome muchos interrogantes. Hasta que por la ocasión de la celebración de los 25 años   de su martirio la Iglesia de Lábrea en la figura de las Hermanas Misioneras Agustinas Recoletas y de los Padres agustinos Recoletos realizan un gran triduo recalcando  su entrega generosa a Dios que se culmina en el martirio. Es en este momento donde me dispuse   para conocerla de cerca. La sorpresa fue grande “nadie tiene mayor amor que aquel que da la vida por sus amigos” me cuestioné pero ¿qué  clase de amor es ese?  ¿Cómo puede? En la catequesis enseñaba que Jesús murió por nosotros porque nos amaba, pero esta afirmación me era muy lejana y no me causaba ningún efecto, pero en este momento yo tenía delante de mí una persona que había hecho lo mismo: “entregó su vida por aquellos que amaba”.

 

En ninguna otra persona veía más expreso el rostro amoroso de Dios aun desconociendo su amor, que en aquella mujer  sencilla y humilde que murió amando  a Alguien que la impulsaba a salir de si, y entregarse a los demás, a los que la necesitaban. Y decía en mi interior ¡quiero ser como ella! Viendo su ejemplo iba dándome cuenta que existía algo mucho mayor y mejor  de lo que mis ojos podían captar. Empecé a disponerme para buscar y a la vez dejarme ser encontrada y contagiada por esta misma fuerza que resplandecía en aquella mujer que a pesar de una muerte cruel permanecía viva en la memoria de las personas  y de una manera u otra continuaba dando testimonio de  Aquel que condujo su vida…

Cleusa amó hasta el extremo, “dando solo a Dios el Honor y la Gloria”. Proclamó y extendió el Reino de Dios a los predilectos de él: a los encarcelados, pobres, despreciados, enfermos, injuriados… “Alimentó al hambriento, dio de beber al sediento, hospedó al forastero, vistió al desnudo, visitó al enfermo y a los encarcelados” (Mt 25, 34b- 36). Amar a Cristo y servirle en la persona del hermano fue su decisión e imitando al Maestro entrega su vida libremente por Aquel y aquellos que amó.

 

En la sencillez, la humildad, el despojamiento y en el amor, exhaló el buen aroma de Cristo, virtudes que a lo lardo de su vida resplandecieron cómo luz  en las tinieblas… En la Hermana Cleusa veo que el Reino de Dios está aconteciendo en medio del mundo y que yo también estoy llamada a extenderlo y  darlo a conocer…   

 

Su vida transcurrió en total donación y entrega a Dios y a los hermanos, hasta culminar en el martirio por la causa indígena. Has sido martirizada, pero la “Tumba” está vacía, has resucitado;  su testimonio y su memoria descansan en los  corazones  de todos aquellos que la conocieron  personalmente pero a la vez  inquieta los corazones de aquellos que hoy siguen luchando por la misma causa. Ella continua viva y con su vivir, alegra hoy nuestro vivir.

 

Nació en Cachoeiro de Itapemirim, Estado de Espíritu Santo, Brasil, el 12 de noviembre de 1933. Terminados sus estudios de Magisterio ingresó a nuestra comunidad M.A.R. el 4 de febrero de 1952. Hizo la profesión el 3 de octubre de 1953 y sus votos perpetuos el 3 del mismo mes en el año 1958.

 

A partir de su opción por la vida consagrada como M.A.R. y convencida radicalmente de que su vida no era suya sino del Jesús que ella contemplaba y amaba en los más necesitados, dedica su tiempo y su persona a los indígenas, leprosos, ancianos, menores abandonados, encarcelados, enfermos…

 

 A partir de 1984 la hermana Cleusa se compromete, con todas sus consecuencias, en la defensa de los indígenas de la región, los visita, orienta, evangeliza con respeto de su cultura, los defiende y acompaña cuando sus derechos son conculcados por los poderosos. Así hasta su muerte, vive con humilde tesón y constante creatividad la pasión de su vida: amar y estar junto al más necesitado, al que sólo cuenta para ser explotado.

 Estas actitudes van creando hostilidad hacia ella. Surgen amenazas de muerte, primero camufladas, poco a poco descaradamente. Y la van cercando, hasta que el 28 de abril de 1985, las aguas del río Paciá, a unos cuantos kilómetros de Lábrea-Am- Brasil, en la selva cercana, se enrojecen con la sangre derramada por amor. Ella “Amó más la vida de sus hermanos que la propia y por eso la mataron. La mataron, sí; pero no le quitaron la vida, porque ya la había donado para que Cristo reinase”.

 

Francisca Braga. Novicia MAR

 

  • fsca

A través del uso de este sitio web, declara aceptar el uso de cookies.

Para el buen funcionamiento de este sitio y la medición de su uso, Misioneras MAR usa cookies, usted acepta su uso. Saber más

Acepto
A través del uso de este sitio web, declara aceptar el uso de cookies.
 
Para el buen funcionamiento de este sitio y la medición de su uso, esta plataforma usa cookies.Si lo considera necesario, la sección de ayuda de su navegador le informará sobre los prcedimientos para configurar los cookies.
 
Para mayor información sobre cookies, puede visitar el sitio About Cookies (en inglés).

Sobre las MAR

Carisma

Símbolos

Vidas que iluminan

Nace

Evoluciona

Permanece

Personajes

Provincias

Pastoral Vocacional

FRAMAR

 

Aquí estamos

España

Ecuador

México

China

Colombia

Perú

Brasil

Argentina

Venezuela

Cuba

 

Misioneras Agustinas Recoletas M.A.R 
C/. San José, 34 Barrio de La Fortuna. Leganés. 
Madrid, España.

¿Estas interesada en pertenecer a nuestra congregación?
Email:
Asunto:
Mensaje:
Anti-Spam ¿Cuánto es 9 + 9?
Copyright © 2016 - Misioneras Agustinas Recoletas - Hecho con ♥ por I-tech Advice